PREFÁCIO PARA “O AMOR EM DOIS TEMPOS”
ARLETE VIEIRA – ARTESÃ DAS PALAVRAS E NA HISTÓRIA
*Adelaido dos Anjos
A supracitada máxima calha
oportunamente à obra magistral de Arlete Vieira: “O AMOR EM DOIS TEMPOS”.
Ela é, literalmente e
literamente, uma mina de ouro
A aventura das palavras não
se justifica por si, pois elas, nas lavras de quem a manuseia com engenhosidade
e maestria, se tornam lendas.
Conhecendo a escritora e
trabalhado com ela no glorioso Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, não
tiro nenhum ponto ou vírgula do que afirmo, embora devam aparecer críticos de
plantão para desdenhar ou fazer conjurações de minhas assertivas. Sempre haverá.
Outra questão. Mas não para essa escritora. Eis que essa obra de arte
literária dá vazam ao já dito pelo intelectual J. Brierley, como a
escritora em questão: “Os homens estão moralmente falidos porque não sabem da
mina de ouro que existe neles próprios.”
Não entrando no assunto de
figuras de linguagem: ...”neles próprios”, um, para temas do linguajar,
pleonasmo, a escritora sabe como tratar e nos enlevar com essa magnífica obra.
Não vou detalhar o conteúdo,
pois seria leviandade, ou como diz o dito comum: “entregar o ouro”.
Tive o privilégio de ler os
originais, depois das análises e opiniões do senhor Kleber, filho da autora, e,
sem sombra de dúvidas, qualificado para tão nobre tarefa, apenas posso dizer
que todos estão diante de um livro inigualável, em número de qualidade e gênero
espetacular.
Aproveitando a oportunidade,
vem me à lembrança o seguinte episódio, que li em O que é Literatura, de Marisa
Lajolo: “Não faz tanto tempo, o mundialmente famoso sociólogo norte-americano
Marshal McLuhan cometeu a especial delicadeza de dizer a um grupo de escritores
reunidos num congresso do Pen Club que eles, escritores, eram nada mais nada
menos do que ‘os últimos sobreviventes de uma espécie em vias de extinção’ pois
‘já não serve para nada escrever e publicar livros’ Teoria da Literatura).
Opinião absurda quando nos
deparamos com O AMOR EM DOIS TEMPOS, de ARLETE VIEIRA – ARTESÃ DAS PALAVRAS E
NA HISTÓRIA.
Não terminei.
Embora muitos querem para
ter o delicioso e inigualável prazer de desfrutar da obra em tema.
Outra citação digna para
essa ocasião, do professor Vítor Manuel de Aguiar e Silva: ‘a literatura não é
um jogo, um passatempo, um produto anacrônico de uma sociedade dessorada, mas
uma atividade artística que, sob multiformes modulações, tem exprimido e
continua a exprimir, de modo inconfundível, a alegria e a angústia, as
incertezas e os enigmas’ de todos os seres humanos.
Sem sombras de dúvidas, é
assim com essa obra “ O AMOR EM DOIS
TEMPOS, que nenhum adjetivo possui qualquer capacidade de justificá-la. É
prima.
Vale a pena ler e
desfrutar...
(Em concorrida noite de autógrafo em Dourados/MS)
“ARLETE VIEIRA nasceu em Dourados, no interior de MS, onde fez seus estudos fundamentais.
Casada
com Osvaldo Cação (in memoriam), mudou-se para Campo Grande, onde cursou Letras
na UCDB e lecionou Língua Portuguesa por algum tempo, antes de ser aprovada
como servidora do Tribunal de Justiça de MS. Estreou no mundo das letras com Vivências
de uma Dama Feliz e agora leva ao leitor O Amor em Dois Tempos, uma
obra de leitura fácil, interessante e instigante, capaz de conduzi-lo ora pelos
caminhos do conhecimento, ora pelas sendas da ficção picante, num misto de
cultura e entretenimento.”
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ADMINISTRADORES
Rafael dos Anjos (História e concluindo Direito)
Renan dos Anjos (Publicidade e Propaganda; Jornalismo)




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